Caracterização biométrica de artículos da palma miúda (Nopalea cochenillifera) em função da adubação orgânica

Maria de Lourdes Saturnino Gomes

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba - IFPB - Campus-Picuí

Maria José de Queiroz

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba - IFPB - Campus-Picuí

Frederico Campos Pereira

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba - IFPB - Campus-Picuí

Daniela Batista da Costa

Instituto Nacional do Semiárido - INSA

Gilmar Silva de Oliveira

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba - IFPB - Campus-Picuí

Resumo

A palma forrageira é a cultura xerófila com maior potencial de exploração no Nordeste. Porém a variedade mais produzida, a palma gigante (Opuntia fícus indica (Mill.)) mostrou-se vulnerável a praga cochonilha-do-carmim, sendo, necessários testes com variedades resistentes à referida praga. Objetivou-se com este trabalho caracterizar os cladódios da palma forrageira (Nopalea cochenilifera Salm Dyck) variedade miúda, plantada com cladódios de diferentes tamanhos e adubos orgânicos – o bovino e ovino irrigada com 2,5L.m-1 linear. O experimento foi conduzido no Distrito de Santa Luzia do Seridó, Município de Picuí-PB, entre maio de 2013 e dezembro de 2013. Adotou-se o delineamento em blocos casualizados, com 6 tratamentos e três repetições, em esquema fatorial 3x2: três tamanhos de cladódios: 15; 20 e 25 cm e duas adubações orgânica: esterco bovino e ovino. Procederam-se as seguintes avaliações: altura da planta, comprimento, largura, perímetro, espessura e área do cladódio a cada trinta dias entre 180 e 210 Dias Após o Plantio (DAP). O esterco ovino obteve maior desempenho para altura de planta. O esterco bovino incrementou as medidas dos cladódios primários. O esterco ovino obteve maior desempenho nas medidas dos cladódios secundários.  O cladódio de 25cm em função do esterco ovino obteve um índice biométrico superior.

Palavras-chave


Biometria; Esterco bovino e ovino; Palma resistente; Semiárido


Texto completo:

DOI: http://dx.doi.org/10.18265/1517-03062015v1n29p39-45

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