MORFOFISIOLOGIA DA ALFACE EM CANTEIROS ECONÔMICOS NO SEGUNDO ANO DE CULTIVO COM DIFERENTES LÂMINAS DE ÁGUA DE IRRIGAÇÃO

Pedro alves dos Santos

IFPB - Campus Sousa Brasil

Graduando de tecnologia em Agroecologia pelo Instituto Federal da Paraíba – Campus Sousa,

Maria Rita Sousa Araújo

Graduanda de tecnologia em Agroecologia pelo Instituto Federal da Paraíba – Campus Sousa, Brasil

Graduando de tecnologia em Agroecologia pelo Instituto Federal da Paraíba – Campus Sousa,

Carlos Alberto Lins Cassimiro

Instituto Nacional do Semiárido - INSA Brasil

Tecnólogo em Agroecologia, pesquisador do instituto Nacional do Semiárido - INSA

Francisco de sales Oliveira Filho

4Doutor em Agronomia (Fitotecnia) Universidade Federal Rural do Semi-àrido – Campus Mossoró Brasil

4Doutor em Agronomia (Fitotecnia) Universidade Federal Rural do Semi-àrido – Campus Mossoró

Resumo

INTRODUÇÃO: Historicamente a população do semiárido nordestino, em especial a do auto sertão paraibano, convive com a problemática da seca que reflete negativamente nos aspectos socioeconômicos locais e acentua as pressões sobre os recursos naturais, na maioria das vezes já escassos. As chuvas no semiárido são mal distribuídas no tempo e no espaço e a evapotranspiração pode atingir o triplo da precipitação por períodos prolongados. Estas variações climáticas, associadas às ações antrópicas insustentáveis impactam negativamente as reservas hídricas, o que por sua vez dificulta a produção de alimentos, comprometendo a segurança alimentar. OBJETIVOS: Avaliar a eficiência da irrigação pelo uso da tecnologia social “Canteiro Econômico” no estudo dos componentes morfofisiológicos da cultura do alface, cv. Elba. METODOLOGIA: O experimento foi realizado no Instituto Federal da Paraíba – Campus Sousa, sendo conduzido utilizando-se o delineamento em inteiramente casualizados, cujos tratamentos constaram de cinco lâminas de irrigação, baseadas em percentagens da evapotranspiração de referência (25%, 50%, 75%, 100% e 125%), em quatro repetições. A unidade experimental foi composta por um canteiro com 1m de largura, 2m de comprimento e 0,25m de profundidade, onde as plantas de alface foram plantadas em um espaçamento de 0,30m x 0,30m, totalizando 21 plantas por parcela, sendo a área útil composta por 05 plantas. As variáveis avaliadas foram acúmulo de matéria seca na folha e na raiz e a produção. RESULTADOS E DISCUSSÕES: A massa de matéria seca das folhas foi similar para todas as lâminas de água avaliadas, o que sugeri uma elevada eficiência no uso da água pelas plantas de alface com o uso dos canteiros econômicos. Uma tendência de acúmulo linear de massa de matéria seca foi observada para a raiz em função das aplicações crescentes de água, onde uma massa de 1,35 g planta-1 foi aferida para menor lâminas de água (25%) e de 3,07 g planta-1 para a lâmina máxima (125%), o que caracteriza um acréscimo de matéria seca na raiz da ordem de 127%. Uma produção de alface equivalente a 350 g planta-1, foi observada em função da lâmina de água de 69,4% da ETo, no entanto uma economia de 30,6%. CONCLUSÃO: Conclui-se que os canteiros econômicos viabilizam a produção de alface em períodos de estiagem dado os altos níveis de eficiência observados no presente estudo.

Texto completo:

DOI: http://dx.doi.org/10.35512/ras.v3i4.3667

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