O espaço de trabalho da enfermagem em unidades neonatal e os riscos laborais: revisão integrativa

Ana Patrícia Batista Silva

Universidade Federal de Goiás Brasil

Ana Lúcia Queiroz Bezerra

Universidade Federal de Goiás Brasil

Karina Suzuki

Universidade Federal de Goiás Brasil

Marinésia Aparecida do Prado

Universidade Federal de Goiás Brasil

Resumo

Objetivou-se levantar, na literatura nacional e internacional, as evidências científicas acerca dos indicadores de riscos ocupacionais e os reflexos destes para a saúde da equipe de enfermagem em unidade neonatal. Estudo de revisão integrativa, realizado durante o mês de outubro de 2020. A busca foi realizada por meio do portal da Biblioteca Virtual em Saúde, nas bases de dados LILACS, MEDLINE, IBECS e BDENF, de forma simultânea, por artigos em inglês, português e espanhol com resumo e texto disponíveis na íntegra, publicados entre 2015 e 2020. Excluíram-se os artigos em duplicata, os de revisão, os classificados metodologicamente como tese, dissertação ou monografia bem como aqueles que não se enquadravam no tema. Identificou-se 15 publicações, das quais, 5 atenderam os critérios de elegibilidade. Quanto ao risco ocupacional identificou-se: dano psicológico: estresse ocupacional; burnout; desejo de abandonar o trabalho, exaustão emocional, desmotivação profissional; dano físico: sobrecarga de trabalho; condições ambientais inadequadas e ruído; dano social: dificuldades de relacionamento interpessoal e necessidade de restringir os contatos pessoais. Os reflexos na saúde do trabalhador foram: depressão, frustração, raiva, amargura, negatividade e compulsividade; fadiga, exaustão, falta de atenção, baixa imunidade; irritabilidade, cinismo, baixa empatia. Os riscos laborais refletem negativamente na saúde dos trabalhadores de enfermagem. Recomenda-se estratégias de prevenção e controle destes, buscando promover um ambiente laboral em conformidade com os princípios da segurança vigente na legislação.

Palavras-chave


Enfermagem; Riscos ocupacionais; Saúde do Trabalhador; Terapia Intensiva Neonatal


Texto completo:

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DOI: http://dx.doi.org/10.18265/2594-4355a2019v1n1p%25p

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