Atributos químicos do solo irrigado com águas salinas e uso de mitigadores do estresse salino no maracujazeiro amarelo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18265/1517-03062015v1n27p19-29

Palavras-chave:

Biofertilizante, Condutividade elétrica, Baixa produtividade, Estresse

Resumo

Esse experimento foi conduzido entre setembro de 2009 e abril de 2010 no município de Remígio, PB, para se avaliar alterações de atributos químicos do solo sob irrigação de água salina no maracujazeiro amarelo (Passiflora edulis) associados a técnicas de mitigação da salinidade. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados, no esquema fatorial 2 x 2 x 2, referente à irrigação com água não salina (0,5 dS m-1) e salina (4,5 dS m-1), sem e com biofertilizante bovino, sem e com cobertura morta, com três repetições e três plantas por parcela, em recipientes plásticos circulares utilizados como lisímetros de pressão, com 130 dm3 de volume e drenos na parte inferior para a lixiviação do excesso de sais.  Foram analisadas as variáveis químicas do solo quanto ao seu pH da solução do solo os teores de Cálcio, Magnésio, a acidez potencial do solo H+ + Al3+e relação Ca2/mg2+ no solo. A água salina e o biofertilizante elevam e a cobertura morta reduz a condutividade elétrica do solo. As plantas sob estresse salino apresentam atividade fotoquímica do fotossistema II e fotossíntese líquida inibidas, resultando em menores massas médias dos frutos e produção da cultura. A elevada abscisão das flores resulta na baixa produtividade das plantas, com maiores prejuízos nos tratamentos com água salina, sem biofertilizante e sem cobertura morta. O consumo hídrico é reduzido nas plantas sob estresse salino e a eficiência agronômica do uso de água é superior nas plantas tratadas com biofertilizante e no solo com cobertura morta.

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Publicado

02-12-2015

Edição

Seção

Ciências Agrárias I - Agronomia - Solos

Como Citar

DIAS, T. J. et al. Atributos químicos do solo irrigado com águas salinas e uso de mitigadores do estresse salino no maracujazeiro amarelo. Revista Principia, v. 1, n. 27, p. 19–29, 2 dez.2015.